23.10.07

"os seios, outrora (na ideia desse ingénuo ancião que os formou, que fabricou o mundo, e de quem uma inimizade secular me veda de pronunciar o nome), eram destinados à nutrição augusta da humanidade; sossegue porém, teodoro; hoje nenhuma mamã racional os expõe a essa função deterioradora e severa; servem só para resplandecer, aninhados em rendas, ao gás das soirées, – e para outros usos secretos."

in o mandarim, eça de queirós (da leitura diaria)

7 comentários:

james stuart disse...

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Alcebíades José disse...

Há mais ou menos um ano que ando louco com um conto do Eça que descobri meio por acaso numa compilação de Contos do Séc. XIX.
Chama-se "A Catástrofe"...
E como este fim de semana falei muito dele e como este sitio vive de contos exemplares, fica aqui a minha sugestão.

RAA disse...

Feliz Natal :)}

Aqui e Acolá disse...

Gostamos de conhecer este outro conto...

Feliz ano novo...
Levamos-te até nós...


bjo doce

barb michelen disse...

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musqueteira disse...

viva!...e eu diria mais:
- leitura obrigatória!
;)

Gastão de Brito e Silva disse...

Os seios são como a playstation....

Foram desenhados para as crianças, mas são os pais que brincam com eles...